quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Publicação do Yahoo em: http://br.mulher.yahoo.com/atitudes-estragar-relacionamento.html 04/10/12
Cuidado com o que você faz e não percebe: pode estar envenenando seu relacionamento.
É comum ouvirmos falar de comidas e substâncias que consomem nossa saúde em silêncio. Porém, embora ninguém ouça falar nelas com a mesma frequência, existem ameaças parecidas que são perigosas para nossos relacionamentos. O quanto antes você identificar alguma dessas cinco coisas no seu relacionamento, maiores são as chances de salvá-lo.
1. Você critica seu parceiro mais do que o elogia. Pense um pouco sobre como você se sente quando seu parceiro, pai, amigo ou chefe foca em tudo que você não está fazendo ao invés de elogiar todos os esforços positivos que você tem feito. É horrível, não é? Você não quer ficar cada vez mais longe dessa pessoa? Talvez seu parceiro também queira...
2. Você se prende aos erros que seu parceiro cometeu no passado, embora esteja tentando não repeti-los. Existe um ditado que resume perfeitamente a futilidade de se prender a velhas mágoas e rancores: "Ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra".
Uma coisa é seu parceiro continuar cometendo o mesmo erro desrespeitoso uma vez após a outra. No entanto, se depois de um pedido de desculpas sincero, ele ou ela tem tomado medidas efetivas para mudar, deixe as mágoas de lado, porque o contrário não trará qualquer benefício para ambos.
Quando você se prende aos erros passados do seu parceiro e não aprecia seus esforços para crescer, você está punindo ele ou ela injustamente, e pode estar condenando seu relacionamento enquanto isso.
3. Você ou seu parceiro sofre de depressão, mas não busca ajuda. Por incrível que pareça, mais relacionamentos são destruídos por esse motivo do que por qualquer outro. Como os sintomas da depressão são invisíveis (insônia, fraqueza, tristeza, baixa autoestima, desespero e raiva) nós os ignoramos ou negamos.
O estresse do trabalho, a perda do emprego ou de um ente querido, doenças e traumas, tudo isso pode ser perigoso. Não se engane: a depressão não tratada distorce nossa percepção, nosso senso de esperança e possibilidade, e nos faz agir e reagir de maneira altamente destrutiva.
Caso você ou seu parceiro tenha demonstrado sinais de depressão por mais de um mês, busque apoio imediatamente em sua comunidade local. Encontre um terapeuta, converse com um médico de confiança e não descarte a possibilidade de medicação se os sintomas persistirem.
4. Você age na defensiva e é teimosa quando seu parceiro faz críticas construtivas. A menos que o local esteja cheio de espelhos, você vê todo mundo menos a si mesmo ao entrar em uma sala. Quando seu parceiro lhe diz que algo que o irrita ou magoa, você geralmente leva a sério ou reage como um aluno do jardim de infância? Você diz coisas como "você também faz isso!" ou "eu não!"? Se sim, pare agora.
Em vez disso, respire fundo, veja se o que seu parceiro está dizendo é verdade e assuma a responsabilidade. Pare de fazer críticas se não pode aceitá-las, e faça mudanças de verdade.
5. Você espera que seu parceiro seja perfeito e não lembra que somos todos imperfeitos. Escolha suas implicâncias com sabedoria. Não podemos obter tudo de uma pessoa, nem darmos tudo a ela. Todos já estivemos ao lado de alguém que nunca está satisfeito conosco. “Pegue leve” quando puder, seja com você mesmo ou com seu parceiro, e somente isso já melhorará o clima em um relacionamento sufocado sob o peso de expectativas irrealistas.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Seguindo o conselho de Denise no link: http://www.temmais.com/blog/denisecorrea/Default.aspx?param=0512. Compartilho também o texto abaixo

DESAPEGO
"Eu sou um observador!
Tanta força emerge dessa percepção que nenhuma circunstância pode
resignar a alma. Exames são experimentados como jogos. A alma não
desanima ao ver o papel de ninguém. Aqueles que são desapegados ao
desempenhar seu próprio papel e observadores enquanto vendo o papel dos
outros, consideram as tempestades como presentes e o conflito de
personalidades como a fundação para progredir. Eles superam as
negatividades através da boa discriminação."
Pearls of love from God,
Brahma Kumaris Ishwariya Vishwa Vidyalaya, India. 20
domingo, 20 de março de 2011

Neste fim de semana fomos prestigiar NAMIDIA, NÃO!
Uma peça teatral dirigida por Lazaro Ramos, que está em Cartaz na Sala do Coro - TCA, patrocinada pelos Correios, Ufba, Teatro Martins Gonçalves e Faz Cultura, e etc.
Um tema atual, que vislumbra a questão da Afrodescendencia, as atrocidades advindas com
a escravidão e a divida moral para com "...os de melanina acentuada". Um texto de Audri de Anunciação que foi premiado.
Abaixo destaco a visão de Paulo Andre sobre a peça publicada em seu Blog,
segunda-feira, 21 de março de 2011
Namíbia, não!...

Por: Paulo André dos Santos.
Uma peça teatral, várias vertentes de um tema, no mínimo, polêmico. Dirigida por Lázaro Ramos, a peça intitulada de “Namíbia, Não!” coloca em cena um assunto que está em alta nos círculos acadêmicos, a questão da “afrobrasilidade”.
Nos últimos anos, as esferas governamentais tem aprovado projetos de inclusão e reparação social, que tem causado frisson quanto a sua real eficácia e objetivos.
Em “Namíbia, não!”, conta-se a história de dois homens de origem afrodescente que se vêem confinados em um apartamento, para não serem presos e deportados, ou melhor, reconduzidos aos países de origem, em cumprimento a uma medida provisória de “reparação social”, promulgada pelo governo brasileiro.
Nas entrelinhas dos discursos e das cenas que se constroem durante o ato teatral, pode-se identificar diversos aspectos, inclusive, históricos da questão da afrodescendência, ou, da “afrobrasilidade”.
Nos meios de comunicação, ao logo dos últimos anos, vários debates tem sido promovidos, a respeito das cotas para afrodescendentes nas universidades públicas brasileiras.
O tema é realmente muito polêmico e provoca divergências, uma vez que os não afrodescendentes tem reclamado, até mesmo, juridicamente, de preconceito e discriminação contra eles. Mas a proposta teve boa adesão das universidades brasileiras.
Muitos defensores da causa afrodescendente no Brasil, veementemente, afirmam que essa medida não é discriminatória, mas, reparatória, pois, cria a possibilidade de amenizar os efeitos do período de escravatura no país, que gerou uma espécie de apartheid social no Brasil.
Os negros, logo após a abolição da escravatura no país, ficaram excluídos de inúmeros direitos civis que possibilitassem quaisquer formas de inserção na sociedade. Na prática, foi como se eles tivessem sido considerados cidadãos de segunda categoria, sem direito à plena cidadania.
Livres dos grilhões da senzala, mas, escravos de uma prisão ainda maior. Assim tem sido o processo de longos anos desde o fim da escravatura. Como exposto na peça teatral, não tinham o direito de estudar, nem de votar, o que os perpetuou-os como escravos. Não a escravidão de outrora, mas, uma nova forma de escravidão.
Uma escravidão que não iria lhes permitir mobilidade social. Uma escravidão que os obrigavam a serem governados por aqueles que não os representam. Nessa escravidão, foram jogados e castigados até muito recentemente.
Em “Namíbia, não!”, o aspecto da identidade afrodescendente é evocado. Ser negro e reconhecer-se negro é uma dicotomia que tem sido construída a partir da negação da identidade cultural desde os períodos escravocratas.
Esse discurso sobre identidade, de certa forma, é um chamamento à comunidade afrodescendente do Brasil para uma reflexão sobre identidade étnica e cultural, (des)construídas historicamente.

Por questão de segundos as escolhas podem modificar toda a historia, as mudanças afetam não apenas a vida do optante, como tudo a sua volta.
Diariamente sofremos as pressões dos tradeoffs simultaneos.
O texto abaixo publicado por Paulo Andre em seu blog traduz um pouco da significancia e da importancia dos segundos
SEGUNDOS

Por: Paulo André dos Santos.
Um dia, um minuto, um segundo. É o que pode durar uma decisão. Uma fração mínima, insignificante de tempo, que pode custar, muitas vezes, dias, meses, anos, ou, até mesmo, uma perpétua e indigesta consequência. Uma decisão precipitada pode render um exílio distante e desconectado das pessoas mais próximas. Pela insensatez cometida, amarga-se intermináveis castigos e perde-se de vista o que de há de mais precioso na vida, o propósito, a direção e a trilha da liberdade. Em segundos, as flores murcham. Em segundos, as ondas do mar esvai toda a beleza transbordante na areia. Tem segundos que valem por uma vida. Outros, é melhor esquecer. Em segundos alguém pode ficar rico, pode lacrimejar de felicidade ou, simplesmente, cair na mais severa desgraça. Muita coisa é passível de acontecer em frações de segundos. Coisas boas ou ruins. Pode-se ganhar, ou, desastrosamente, perder a dignidade, a saúde e, até, a vida. Em segundos, aproveitamos, ou não, a oportunidade de viver plenamente, de realizar proezas, de atravessar oceanos e alcançar sonhos distantes. Assim, a distância entre o que somos e o que podemos ser, está sujeita a ser determinada em questão de segundos.
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