terça-feira, 7 de setembro de 2010



Discutir Relações Trabalhistas onde o desemprego apresenta um indice
altissimo e as exigencias mercadológicas é quem regem os ditames da
contratação, a poucos passos das eleições é algo que não temos como
avaliar a dimensão.
Por um lado temos o mercado que realiza uma politica de especulação
sobre a oferta e a demanda cuja curva de possibilidades visa apenas seus
interesses. Do outro lado temos o desemprego que assombra a população
que ao bater na primeira porta que da uma oportunidade aceita o pouco
como se estivesse recebendo um favor em troca de suas necessidades, não
avaliando as possibilidades diante do desespero economico.
As politicas governamentais não possuem decoro e os candidatos sequer
tem a decencia de apresentar um plano real com bases, indices e metas,
apenas usam o jargão: " Vou acabar\reduzir o desemprego!" E a população
segue apenas com a concordancia muda da esperança!
Por: Luciana Dias nasse Ferrel Oliveira

RELACIONAMENTO


RELACIONAMENTO, palavra semanticamente simples, porém traduz uma gama de sentimentos...e no momento esta palavra traduz: mágoa, decepção, dor, tristeza, insatisfação. Porque nos permitimos envolver tanto com um ser humano, nos entregamos tanto e simplesmente o outro que não se predispõe as mesmas linhas ou ao mesmo canto.
A aceitação de que o outro é o outro e não uma extensão ou continuidade, não ocorre no mesmo instante em que nos permitirmos sofrer por algo, ou alguém que relativamente não nos merece, afinal...se nos doamos incondicionalmente e no caminho esquecemos nossa individualidade sem uma contrapartida, a consequencia certamente será a tristeza e o caos sentimental será instalado...o dificil de tudo isso é reconhecer o que esta ocorrendo e elevar sua auto-estima. Afinal o amar-se é fundamental para estabelecer uma relação equilibrada, não exclusivamente em uma relação a dois e sim sob quasiquer prisma!
Por Luciana Dias Nasse Ferrel Oliveira

terça-feira, 31 de agosto de 2010



“Tarefa 1 do Módulo 3 – Produção textual”
Por: Luciana Dias Nasse Ferrel Oliveira

Esta Atividade proposto pelo Curso de Direitos Humanos -Módulo 3, que trata do DIREITO A VIDA, A SÁUDE E ALIMENTAÇÃO ADEQUADA, descrita no Art.5º da nossa Constituição...
- DIREITOS HUMANOS
Ao tentar analisar a questão dos direitos humanos diante o exercício proposto, deparei-me com dúvidas de como expor meus sentimentos diante da realidade tão sem colorido, tão sem vida, onde teria que expor sobre o direito à vida, saúde e alimentação adequada.
A proposta de “buscar sentir na pele” a violação dos Direitos à vida, à saúde e à alimentação adequada, mesmo sem termos vivenciado ou até mesmo de forma etimológica,embora reconheçamos que nem sempre é preciso viver para sentir a dor, contudo, saber ser possível perceber e ter sentimento é importante, muitas vezes a empatia, o colocar-se no lugar do outro é fundamental para que sejamos humanos.
Leitura de imagem


Acesso em 20 de maio de 2008:
http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=mis%C3%A9ria&btnG=Pesquisar+imagens&gbv=2
Ler essa imagem sem um cunho politico-social, sem agregar as condições subumanas que esta transmite seria ignorar a dor, a aflição e a submissão de quem se sujeita a degradante condição desumana dos catadores de lixo que encontraram uma fonte de renda através do que é descartado pelos indivíduos que se encontram em melhores situações por terem acesso ao alimento e roupas. Através do reaproveitamento da melhor forma deparamos com a ausência do Direito á vida( com dignidade e respeitabilidade), a saúde e a alimentação.
O que levou este indivíduo aceitar esta condição subumana? O místico religioso dá conforto ás almas, porém não resolve. As políticas públicas ainda não enumera tal situação como primordial. E embora o governo possua algumas ações de politicas sociais, tais como bolsa família, auxilio gás, e outras, não atinge todas as camadas necessitadas. E, ainda não há uma “fórmula mágica” para solucionar as demandas e infelizmente o acesso a tais auxílios é muito restrito.
Falar de moradia ou auxilio moradia é algo que até para alguns trabalhadores é impossível.
Saúde? Atendimentos emergenciais em hospitais, todos tem acesso quando há leitos disponíveis, contudo o médico assistencial dos postos de saúde requer cadastros que exigem dados que os moradores de rua e os catadores de lixo não possuem, tais como documentação e endereço da moradia, ou seja, expõe a mais humilhações até quando adoentados.
Não temos como indicar o responsável pela violação dos Direitos Humanos em tais situações degradantes e deprimentes. Por mais que as ONG's estejam presentes e busquem dirimir os eventos descoloridos, a multiplicidade da miséria é avassaladora e não sabemos como atuar da melhor forma para que algum responsável se conscientize de que é possvel corrigir tais desmazelos e transformar a vida em algo digno de reflexão e admiração, afinal, transcrever que todos tem Direito a vida é fácil, mas , que todos tenham este Direito válido já é outra vertente.

http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:PAqLShVRK4eIlM:http://www.operacaoresgate.com/wp-content/uploads/2008/08/miseria.jpg&t=1




Salvador-2010

sábado, 14 de agosto de 2010

Texto de Eduardo Galeano - " O Direito de Sonhar"


"Tente adivinhar como será o mundo depois do ano 2000. Temos apenas uma única certeza: se estivermos vivos, teremos virado gente do século passado. Pior ainda, gente do milênio passado. Sonhar não faz parte dos trinta direitos humanos que as Nações Unidas proclamaram no final de 1948. Mas, se não fosse por causa do direito de sonhar e pela água que dele jorra, a maior parte dos direitos morreria de sede. Deliremos, pois, por um instante. O mundo, que hoje está de pernas para o ar, vai ter de novo os pés no chão. Nas ruas e avenidas, carros vão ser atropelados por cachorros. O ar será puro, sem o veneno dos canos de descarga, e vai existir apenas a contaminação que emana dos medos humanos e das humanas paixões. O povo não será guiado pelos carros, nem programado pelo computador, nem comprado pelo supermercado, nem visto pela TV. A TV vai deixar de ser o mais importante membro da família, para ser tratada como um ferro de passar ou uma máquina de lavar roupas. Vamos trabalhar para viver, em vez de viver para trabalhar. Em nenhum país do mundo os jovens vão ser presos por contestar o serviço militar. Serão encarcerados apenas os quiserem se alistar. Os economistas não chamarão de nível de vida o nível de consumo, nem de qualidade de vida a quantidade de coisas. Os cozinheiros não vão mais acreditar que as lagostas gostam de ser servidas vivas. Os historiadores não vão mais acreditar que os países gostem de ser invadidos. Os políticos não vão mais acreditar que os pobres gostem de encher a barriga de promessas. O mundo não vai estar mais em guerra contra os pobres, mas contra a pobreza. E a indústria militar não vai ter outra saída senão declarar falência, para sempre. Ninguém vai morrer de fome, porque não haverá ninguém morrendo de indigestão. Os meninos de rua não vão ser tratados como se fossem lixo, porque não vão existir meninos de rua. Os meninos ricos não vão ser tratados como se fossem dinheiro, porque não vão existir meninos ricos. A educação não vai ser um privilégio de quem pode pagar por ela. A polícia não vai ser a maldição de quem não pode comprá-la. Justiça e liberdade, gêmeas siamesas condenadas a viver separadas, vão estar de novo unidas, bem juntinhas, ombro a ombro. Uma mulher – negra – vai ser presidente do Brasil, e outra – negra – vai ser presidente dos Estados Unidos. Uma mulher indígena vai governar a Guatemala e outra, o Peru. Na Argentina, as loucas da Praça de Maio vão virar exemplo de sanidade mental, porque se negaram a esquecer, em tempos de amnésia obrigatória. A Santa Madre Igreja vai corrigir alguns erros das Tábuas de Moisés. O sexto mandamento vai ordenar: “Festejarás o corpo”. E o nono, que desconfia do desejo, vai declará-lo sacro. A Igreja vai ditar ainda um décimo-primeiro mandamento, do qual o Senhor se esqueceu: “Amarás a natureza, da qual fazes parte”. Todos os penitentes vão virar celebrantes, e não vai haver noite que não seja vivida como se fosse a última, nem dia que não seja vivido como se fosse o primeiro."
Fonte: http://dipietrov.wordpress.com/2007/08/05/46/
Quem quiser assistir ao vídeo, na voz do próprio Eduardo Galeano, é só clicar no link abaixo:
http://desenharehpreciso.blogspot.com/2010/08/o-direito-de-sonhar-eduardo-galeano.htm

terça-feira, 6 de julho de 2010

Por Sandra Maia . 06.07.10 - 10h02
Acostumando-se a migalhas

A questão do acostumar-se com o pouco ou quase nada acaba com nossa autoestima. Acaba com qualquer possibilidade de relacionamento. Primeiro porque a relação em si começa doente. Um que não pode ou não quer dar quase nada e, outro – carente – que aceita o pouco, ou melhor, as migalhas.

Parece normal? Sabe aquele ditado “ruim com ele pior sem ele”? Pois é, tem muita gente vivendo assim. Com essa dinâmica, essa tônica. Imagine que se perderem essa sua única fonte de “restos” vão ficar à deriva. Famintos, impotentes, sem poder…

Receber migalhas afeta nossa autoestima e com o tempo vamos achando que é isso o que merecemos. Que não nascemos para ser totalmente felizes. Que ok, podemos viver dessa maneira – mendigos ambulantes – à espreita do outro.

De uma distração sua, ou ainda quem sabe de um “raio” de consideração que esse apresenta vez ou outra. Você deve conhecer dezenas de pessoas que vivem exatamente como estou colocando. Infelizmente, caímos nessa armadilha.

Investimento
Começamos a relação para investir, achamos que tudo bem – se o outro não estiver totalmente inteiro, tocamos, deixamos o tempo passar e, quando acordamos, foram-se meses, anos, uma vida – num relacionamento infundado que nunca, nunca vai sair desse marasmo – até porque foi concebido dessa forma.

Bem, então, qual o nosso papel nessa relação? Encolher? Não cobrar, não atormentar o outro com nossos desejos, nossas inquietações, nossos sonhos? Deixar a vida passar? Não sorrir? Não incomodar?

Enfim, numa situação que beira o masoquismo – nosso papel se limita a acabar com nossa felicidade e, o pior, vivermos esfomeados com base na benevolência do outro – que pode ou não acontecer…

Arrastando-se
Qual o papel do outro nessa história além de ser complementar à nossa neurose? Continuar exatamente como sempre foi – ou seja, mesquinho, inseguro, indefinido, inconstante. Aquele que dá pouco, muito pouco, tão pouco que a relação pode se arrastar indefinidamente…

Preste atenção nisso. Ouvi esse comentário de um mestre esta semana: aquele que se preserva para viver relações paralelas ou que não tem condições de se abrir e viver uma história por inteiro não vive e não deixa viver.

Pode viver assim distribuindo afagos poucos indefinidamente – afinal, nada muda em suas vidas… Aquele que não está presente, não pode atender ao telefone, não pode te ver não está nem aí para suas necessidades. Não comparece e – perdoe-me – não são forcas ocultas que o impedem. Não são problemas ligados ao trabalho, à família, à vida, à frustração etc, etc…

Apenas entenda que este que não pode – NÃO QUER, NÃO TE ESCOLHEU, NÃO VAI ESCOLHER, NÃO VAI MUDAR… Vai manter tudo como uma história mais ou menos de amor… Ele pode mudar? Talvez. Quem sabe se um raio cair na sua cabeça e então – BINGO – la estará ele, pelo menos por um período, cheio de amor para dar…

O que pode ser esse raio? Um enfarto fulminante, um acidente, uma perda, um acordo daqueles do tipo – a companheira ou companheiro entram com o pé e ele… Bem, você sabe…

Ação
Parece duro, mas não! Não acontece. E então, o que fazer? Nesses casos podemos deixar tudo como está e parar de reclamar ou pensar em algumas alternativas para fazer o outro acordar e entrar de vez ou sair da relação. A questão é: estamos prontos para sair fora? Estamos prontos para começar de novo?

Se sim, podemos agir de diferentes formas para ver qual a reação do outro – o que acontece com a relação se mudarmos… Primeiro, podemos escolher esfriar para ver se o outro se liga que existimos de fato. E, então, quem sabe, possamos investir em resgatar sonhos, desejos, ou seja, mudar o foco… A vida agradece.

Segundo, podemos pressionar o outro de vez e dar um prazo, algo do tipo “basta”… E, por último, podemos ainda ROMPER. Por um ponto. Acabar. Terminar. Escolher viver outra historia. Outra vida, outra relação…

Fácil? Não. Não e nada fácil. E possível mesmo que seja necessária ajuda psicológica. Para sair de determinadas relações, precisamos recuperar a autoestima. E isso nem sempre é tão simples como parece…

De todo modo, todo passo demanda uma decisão, uma escolha. Depois, no nosso tempo, e só caminhar… Escolhas, sempre escolhas.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A Copa 2010 por Atila Quaggio

Adeus África do Sul, adeus Copa do Mundo 2010.
A importância do planejamento, do equilíbrio e do preparo psicológico nas organizações.


Hoje, dia 2 de julho de 2010, passamos por um momento de grande dor. Quando nós pentacampeões brasileiros fomos eliminados da copa do mundo de futebol.
Mas como sempre, a dor nos traz aprendizado real e verdadeiro.
Refletindo a respeito deste aprendizado resolvi compartilhar minhas reflexões.
De um lado 191,5 milhões (segundo o IBGE) de “dependentes” fazendo a sua parte, ou seja, torcendo, torcendo muiiito. E de outro lado nossa seleção jogando, jogando... Digamos, com muita motivação.
Sinceramente não entendo de futebol, mas entendo de pessoas e organizações. O que vimos em campo, ou seja, uma organização motivada, mas sem nenhum planejamento, em total desequilíbrio. Em desarmonia, com extrema falta de entrosamento, angústia e desespero. Algum tempo depois, 100 milhões de “dependentes”, eliminados da Copa, desmotivados, choramingando, cabisbaixos e desempregados.
Ops! Quero dizer empregados, pois a vida urbana e corporativa volta ao normal.
O duro aprendizado que fica, transportado para o dia-a-dia corporativo é o seguinte:
Muitas organizações estão passando pelo mesmo problema. Elas estão jogando no mercado sem nenhum planejamento e em total desequilíbrio. Jogam com um time motivado, mas desentrosado e fora de sintonia. Não visualizam a importância do bom ambiente, da preparação estratégica, da boa comunicação empresarial e do suporte psicológico para seu time, criando pessoas sustentáveis que sustentarão a organização e cumprirão metas.
Utilizam gritos e pontapés; esbravejam, vociferam e vão em frente até se depararem com a dura realidade. São eliminados do mercado. Quebram, sucumbem e imediatamente procuram alguém ou alguma coisa para colocar a culpa. Nunca são eles os culpados, é claro.
E os seguidores agora realmente desempregados, continuam agitando a bandeira como se nada tivesse acontecido.
Então para refletir, ficam duas sementinhas.
A primeira vem de nosso amigo, Stephen Covey, escritor dos 7 hábitos das pessoas altamente eficazes. Ele fala da importância de termos em mãos um mapa certo para nos orientar e chegar ao sucesso. Pois se tivermos nelas o mapa errado, quanto mais motivação tivermos, quanto mais tempo dedicarmos, quanto mais esforço, força de vontade e investimento fizermos , mais rápido chegaremos ao lugar errado.
E a segunda, diz respeito de nossa própria atitude que é participar, suportar e torcer cegamente por uma organização que insiste em ter em mãos o mapa errado. Uma organização desorganizada, desequilibrada e totalmente fora de controle? Vale a pena?
Háh!
Atenção organizações, vamos refletir se estamos equilibrados, preparados psicologicamente e se estamos utilizando o mapa certo para conseguirmos sediar a COPA de 2014.
Conseguiremos? Ou ficaremos só agitando as bandeiras?


Átila Quaggio Coneglian (da dupla Átila e Rosi)

quarta-feira, 2 de junho de 2010

"Aquele que conhece os outros, é inteligente,
aquele que conhece a si mesmo, é sábio.

Aquele que conquistou os outros, tem força,
aquele que conquista a si próprio, é a força.

Aquele que conhece o contentamento é rico,
aquele que é determinado, tem força de vontade.

Aquele que não perdeu seu domicílio, dura,
aquele que morre, mas não perece, é eterno."

Lao Tsé, filósofo chinês
Do livro:TAO TE KING

Logistica - origem

A Logística é a área responsável por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa.

Entre as atividades da logística estão o transporte, movimentação de materiais, armazenamento, processamento de pedidos e gerenciamento de informações.

Pela definição do Council of Logistics Management, "Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semiacabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes“.

Em resumo: "Logística é a arte de comprar, receber, armazenar, separar, expedir, transportar e entregar o produto/serviço certo, na hora certa, no lugar certo, ao menor custo possível"

Origem do Nome Logística ou Logistique

O termo Logística, de acordo com o Dicionário Aurélio, vem do francês Logistique e tem como uma de suas definições "a parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de: projeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição, reparação, manutenção e evacuação de material para fins operativos ou administrativos“.

Outros historiadores defendem que a palavra logística vem antigo grego logos (λόγος), que significa razão, cálculo, pensar e analisar.

O Oxford English dicionário define logística como: “O ramo da ciência militar responsável por obter, dar manutenção e transportar material, pessoas e equipamentos.”

Em outro dicionario: “O tempo relativo ao posicionamento de recursos”. Como tal, logística geralmente se estende ao ramo de engenharia gerando sistemas humanos ao invés de maquinas.

História da Logística

Desde os tempos bíblicos os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e geralmente distantes, eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários um planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre o mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos.

Até o fim da Segunda Guerra Mundial a Logística esteve associada às atividades militares. Nesse período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra a logística passou a ser adotada pelas empresas.

Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, os militares com o título de ‘Logistikas’ eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.

No Brasil e no mundo

As novas exigências para a atividade logística no Brasil e no mundo passam pelo maior controle e identificação de oportunidades de redução de custos, redução nos prazos de entrega e aumento da qualidade no cumprimento do prazo, disponibilidade constante dos produtos, programação das entregas, facilidade na gestão dos pedidos e flexibilização da fabricação, análises de longo prazo com incrementos em inovação tecnológica, novas metodologias de custeio, novas ferramentas para redefinição de processos e adequação dos negócios (Exemplo: Resposta Eficiente ao Consumidor - Efficient Consumer Response), entre outros.

Apesar dessa evolução até a década de 40, havia poucos estudos e publicações sobre o tema. A partir dos anos 50 e 60, as empresas começaram a se preocupar com a satisfação do cliente, foi então que surgiu o conceito de logística empresarial, motivado por uma nova atitude do consumidor. Os anos 70 assistem à consolidação dos conceitos como o MRP (Material Requirements Planning), Kanban e Just-in-time.

Após os anos 80, a logística passa a ter realmente um desenvolvimento revolucionário, empurrado pelas demandas ocasionadas pela globalização, pela alteração da economia mundial e pelo grande uso de computadores na administração. Nesse novo contexto da economia globalizada, as empresas passam a competir em nível mundial, mesmo dentro de seu território local, sendo obrigadas a passar de moldes multinacionais de operações para moldes mundiais de operação.

Atividades que são envolvidas na logistica:

A logística é dividida em dois tipos de atividades - as principais e as secundarias:

Principais: Transportes, Manutenção de Estoques, Processamento de Pedidos, Distribuição.
Secundarias: Armazenagem, Manuseio de materiais, Embalagem, Suprimentos, Planejamento e Sistema de informação, etc.

Conclusão

A logística poderá ser o caminho para a diferenciação de uma empresa aos olhos de seus clientes, para a redução
dos custos e para agregar valor, o que se refletirá no aumento da lucratividade.Uma empresa mais lucrativa e com
menores custos estará, sem duvida, em uma posição de superioridade em relação aos seus concorrentes.Porém, a logística por si só não alcançará esses resultados, sendo necessário que esteja inserida no processo de planejamento de negócio da organização e alinhada com os demais esforços para atingir sucesso no seu segmento de atuação. Não está se propondo que a logística seja a tábua da salvação de um negócio mal organizado e gerenciado, mas sim que seja vista como uma opção real já adotada por muitas empresas e até mesmo, por países para o desenvolvimento do aumento da competitividade, porque competir é preciso, e portanto, uma realidade que não pode mais ser ignorada .



Ao usar este artigo, faça referência, cite a FONTE:
http://www.webartigos.com/articles/2034/1/Logistica/pagina1.html

quinta-feira, 27 de maio de 2010

SEMINARIO





CRA-BA realiza I Seminário de Logística
O Conselho Regional de Administração da Bahia (CRA-BA), com o apoio do Sindicato dos Administradores do Estado da Bahia (SINDAEB) e da Federação Nacional dos Administradores (FENAD) realizou no dia 31 de maio de 2010, das 8:00 às 17:00h, no 3º Andar da Casa do Comércio, nesta Capital, o I seminário de Logística.
O evento reuniu cerca de 200 participantes, dentre Administradores, Tecnólogos das Áreas de Gestão e estudantes de administração e de logística, tendo como objetivos discutir a gestão de transporte, movimentação de materiais, armazenagem, processamento de pedidos e gerenciamento de informações, bem como aproximar o CRA-BA, aos Administradores e Tecnólogos, às Instituições de Ensino Superior e aos Dirigentes das Organizações Públicas e Privadas situadas no nosso Estado.
O Seminário teve início com a conferência “O Mundo dos Negócios”, proferida pelo Prof. Omar Aktouf, renomado conferências e consultor organizacional em caráter internacional. Aktouf fez uma análise da evolução do capitalismo, da globalização, da crise mundial e dos países emergentes sobre tudo China, propondo a busca do equilíbrio entre capital, trabalho e natureza, como solução para um desenvolvimento justo e sustentável.
Em seguida foi realizada a palestra “Métodos Quantitativos Aplicados à Logística de Distribuição” com o Prof. Adm. Roberto Ibrahim Uehbe, Administrador e Engenheiro Civil; Pós-Graduado em Logística Integrada a Empresa. Ibrahim mostrou a importância de quantificar os custos envolvidos na logística dos negócios, uma vez que em um país emergente a distribuição física através dos diversos modais representam, em média, de 15 a 25% do PNB, sendo: 47% em transportes, 28% em armazenagem, 18% em manutenção de estoques e 7% em administração.
Segundo Ibrahim, em geral para uma empresa privada, os custos logísticos situam-se entre 19 e 22% das vendas líquidas. Cerca de 1/3 dos suprimentos de alimentos perecíveis são perdidos durante a sua distribuição, devido a própria manipulação, armazenagem e deterioração e os fretes consomem de 1/3 a 2/3 dos custos logísticos totais.
Após o intervalo do almoço foram apresentados Cases de Logística com o Adm. João Batista Nascimento Filho, que atua a 27 anos com logística e comércio internacional, com larga experiência em logística empresarial, comércio internacional e seguros de transporte. João contou o caso de Gerenciamento de Riscos desenvolvido pela Exxon Valdez. Em seguida falou sobre a importância do gerenciamento de riscos na busca pela qualidade, finalizando sua apresentação mostrando casos que revelam a necessidade de monitoramento e rastreamento dos transportes.
Par encerrar o Seminário, o Prof. Adm. Vaner José do Prado, Gerente Comercial da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e Professor e Coordenador de Pós-Graduação e Extensão da Faculdade Castro Alves, apresentou o “O Caso dos Correios – A Problemática da Distribuição”.
Vaner iniciou sua apresentação fazendo um breve resumo histórico sobre o mercado de correspondências no mundo e no Brasil। Em seguida falou da Infra-Estrutura Logística dos Correios, mostrando as fases de captação, tratamento, encaminhamento, tratamento e distribuição das correspondências, mostrando também os novos desafios da distribuição, tais como aumentar a flexibilidade e a simplicidade; criar operações de distribuição mais flexíveis e confiáveis; atender a operação de mercados variáveis e reduzir “lead time” e tamanho dos lotes.
Fonte: CRA/BA