"Aquele que conhece os outros, é inteligente,
aquele que conhece a si mesmo, é sábio.
Aquele que conquistou os outros, tem força,
aquele que conquista a si próprio, é a força.
Aquele que conhece o contentamento é rico,
aquele que é determinado, tem força de vontade.
Aquele que não perdeu seu domicílio, dura,
aquele que morre, mas não perece, é eterno."
Lao Tsé, filósofo chinês
Do livro:TAO TE KING
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Logistica - origem
A Logística é a área responsável por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa.
Entre as atividades da logística estão o transporte, movimentação de materiais, armazenamento, processamento de pedidos e gerenciamento de informações.
Pela definição do Council of Logistics Management, "Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semiacabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes“.
Em resumo: "Logística é a arte de comprar, receber, armazenar, separar, expedir, transportar e entregar o produto/serviço certo, na hora certa, no lugar certo, ao menor custo possível"
Origem do Nome Logística ou Logistique
O termo Logística, de acordo com o Dicionário Aurélio, vem do francês Logistique e tem como uma de suas definições "a parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de: projeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição, reparação, manutenção e evacuação de material para fins operativos ou administrativos“.
Outros historiadores defendem que a palavra logística vem antigo grego logos (λόγος), que significa razão, cálculo, pensar e analisar.
O Oxford English dicionário define logística como: “O ramo da ciência militar responsável por obter, dar manutenção e transportar material, pessoas e equipamentos.”
Em outro dicionario: “O tempo relativo ao posicionamento de recursos”. Como tal, logística geralmente se estende ao ramo de engenharia gerando sistemas humanos ao invés de maquinas.
História da Logística
Desde os tempos bíblicos os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e geralmente distantes, eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários um planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre o mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos.
Até o fim da Segunda Guerra Mundial a Logística esteve associada às atividades militares. Nesse período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra a logística passou a ser adotada pelas empresas.
Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, os militares com o título de ‘Logistikas’ eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.
No Brasil e no mundo
As novas exigências para a atividade logística no Brasil e no mundo passam pelo maior controle e identificação de oportunidades de redução de custos, redução nos prazos de entrega e aumento da qualidade no cumprimento do prazo, disponibilidade constante dos produtos, programação das entregas, facilidade na gestão dos pedidos e flexibilização da fabricação, análises de longo prazo com incrementos em inovação tecnológica, novas metodologias de custeio, novas ferramentas para redefinição de processos e adequação dos negócios (Exemplo: Resposta Eficiente ao Consumidor - Efficient Consumer Response), entre outros.
Apesar dessa evolução até a década de 40, havia poucos estudos e publicações sobre o tema. A partir dos anos 50 e 60, as empresas começaram a se preocupar com a satisfação do cliente, foi então que surgiu o conceito de logística empresarial, motivado por uma nova atitude do consumidor. Os anos 70 assistem à consolidação dos conceitos como o MRP (Material Requirements Planning), Kanban e Just-in-time.
Após os anos 80, a logística passa a ter realmente um desenvolvimento revolucionário, empurrado pelas demandas ocasionadas pela globalização, pela alteração da economia mundial e pelo grande uso de computadores na administração. Nesse novo contexto da economia globalizada, as empresas passam a competir em nível mundial, mesmo dentro de seu território local, sendo obrigadas a passar de moldes multinacionais de operações para moldes mundiais de operação.
Atividades que são envolvidas na logistica:
A logística é dividida em dois tipos de atividades - as principais e as secundarias:
Principais: Transportes, Manutenção de Estoques, Processamento de Pedidos, Distribuição.
Secundarias: Armazenagem, Manuseio de materiais, Embalagem, Suprimentos, Planejamento e Sistema de informação, etc.
Conclusão
A logística poderá ser o caminho para a diferenciação de uma empresa aos olhos de seus clientes, para a redução
dos custos e para agregar valor, o que se refletirá no aumento da lucratividade.Uma empresa mais lucrativa e com
menores custos estará, sem duvida, em uma posição de superioridade em relação aos seus concorrentes.Porém, a logística por si só não alcançará esses resultados, sendo necessário que esteja inserida no processo de planejamento de negócio da organização e alinhada com os demais esforços para atingir sucesso no seu segmento de atuação. Não está se propondo que a logística seja a tábua da salvação de um negócio mal organizado e gerenciado, mas sim que seja vista como uma opção real já adotada por muitas empresas e até mesmo, por países para o desenvolvimento do aumento da competitividade, porque competir é preciso, e portanto, uma realidade que não pode mais ser ignorada .
Ao usar este artigo, faça referência, cite a FONTE:
http://www.webartigos.com/articles/2034/1/Logistica/pagina1.html
Entre as atividades da logística estão o transporte, movimentação de materiais, armazenamento, processamento de pedidos e gerenciamento de informações.
Pela definição do Council of Logistics Management, "Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semiacabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes“.
Em resumo: "Logística é a arte de comprar, receber, armazenar, separar, expedir, transportar e entregar o produto/serviço certo, na hora certa, no lugar certo, ao menor custo possível"
Origem do Nome Logística ou Logistique
O termo Logística, de acordo com o Dicionário Aurélio, vem do francês Logistique e tem como uma de suas definições "a parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de: projeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição, reparação, manutenção e evacuação de material para fins operativos ou administrativos“.
Outros historiadores defendem que a palavra logística vem antigo grego logos (λόγος), que significa razão, cálculo, pensar e analisar.
O Oxford English dicionário define logística como: “O ramo da ciência militar responsável por obter, dar manutenção e transportar material, pessoas e equipamentos.”
Em outro dicionario: “O tempo relativo ao posicionamento de recursos”. Como tal, logística geralmente se estende ao ramo de engenharia gerando sistemas humanos ao invés de maquinas.
História da Logística
Desde os tempos bíblicos os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e geralmente distantes, eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários um planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre o mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos.
Até o fim da Segunda Guerra Mundial a Logística esteve associada às atividades militares. Nesse período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra a logística passou a ser adotada pelas empresas.
Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, os militares com o título de ‘Logistikas’ eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.
No Brasil e no mundo
As novas exigências para a atividade logística no Brasil e no mundo passam pelo maior controle e identificação de oportunidades de redução de custos, redução nos prazos de entrega e aumento da qualidade no cumprimento do prazo, disponibilidade constante dos produtos, programação das entregas, facilidade na gestão dos pedidos e flexibilização da fabricação, análises de longo prazo com incrementos em inovação tecnológica, novas metodologias de custeio, novas ferramentas para redefinição de processos e adequação dos negócios (Exemplo: Resposta Eficiente ao Consumidor - Efficient Consumer Response), entre outros.
Apesar dessa evolução até a década de 40, havia poucos estudos e publicações sobre o tema. A partir dos anos 50 e 60, as empresas começaram a se preocupar com a satisfação do cliente, foi então que surgiu o conceito de logística empresarial, motivado por uma nova atitude do consumidor. Os anos 70 assistem à consolidação dos conceitos como o MRP (Material Requirements Planning), Kanban e Just-in-time.
Após os anos 80, a logística passa a ter realmente um desenvolvimento revolucionário, empurrado pelas demandas ocasionadas pela globalização, pela alteração da economia mundial e pelo grande uso de computadores na administração. Nesse novo contexto da economia globalizada, as empresas passam a competir em nível mundial, mesmo dentro de seu território local, sendo obrigadas a passar de moldes multinacionais de operações para moldes mundiais de operação.
Atividades que são envolvidas na logistica:
A logística é dividida em dois tipos de atividades - as principais e as secundarias:
Principais: Transportes, Manutenção de Estoques, Processamento de Pedidos, Distribuição.
Secundarias: Armazenagem, Manuseio de materiais, Embalagem, Suprimentos, Planejamento e Sistema de informação, etc.
Conclusão
A logística poderá ser o caminho para a diferenciação de uma empresa aos olhos de seus clientes, para a redução
dos custos e para agregar valor, o que se refletirá no aumento da lucratividade.Uma empresa mais lucrativa e com
menores custos estará, sem duvida, em uma posição de superioridade em relação aos seus concorrentes.Porém, a logística por si só não alcançará esses resultados, sendo necessário que esteja inserida no processo de planejamento de negócio da organização e alinhada com os demais esforços para atingir sucesso no seu segmento de atuação. Não está se propondo que a logística seja a tábua da salvação de um negócio mal organizado e gerenciado, mas sim que seja vista como uma opção real já adotada por muitas empresas e até mesmo, por países para o desenvolvimento do aumento da competitividade, porque competir é preciso, e portanto, uma realidade que não pode mais ser ignorada .
Ao usar este artigo, faça referência, cite a FONTE:
http://www.webartigos.com/articles/2034/1/Logistica/pagina1.html
quinta-feira, 27 de maio de 2010
SEMINARIO


CRA-BA realiza I Seminário de Logística
O Conselho Regional de Administração da Bahia (CRA-BA), com o apoio do Sindicato dos Administradores do Estado da Bahia (SINDAEB) e da Federação Nacional dos Administradores (FENAD) realizou no dia 31 de maio de 2010, das 8:00 às 17:00h, no 3º Andar da Casa do Comércio, nesta Capital, o I seminário de Logística.
O evento reuniu cerca de 200 participantes, dentre Administradores, Tecnólogos das Áreas de Gestão e estudantes de administração e de logística, tendo como objetivos discutir a gestão de transporte, movimentação de materiais, armazenagem, processamento de pedidos e gerenciamento de informações, bem como aproximar o CRA-BA, aos Administradores e Tecnólogos, às Instituições de Ensino Superior e aos Dirigentes das Organizações Públicas e Privadas situadas no nosso Estado.
O Seminário teve início com a conferência “O Mundo dos Negócios”, proferida pelo Prof. Omar Aktouf, renomado conferências e consultor organizacional em caráter internacional. Aktouf fez uma análise da evolução do capitalismo, da globalização, da crise mundial e dos países emergentes sobre tudo China, propondo a busca do equilíbrio entre capital, trabalho e natureza, como solução para um desenvolvimento justo e sustentável.
Em seguida foi realizada a palestra “Métodos Quantitativos Aplicados à Logística de Distribuição” com o Prof. Adm. Roberto Ibrahim Uehbe, Administrador e Engenheiro Civil; Pós-Graduado em Logística Integrada a Empresa. Ibrahim mostrou a importância de quantificar os custos envolvidos na logística dos negócios, uma vez que em um país emergente a distribuição física através dos diversos modais representam, em média, de 15 a 25% do PNB, sendo: 47% em transportes, 28% em armazenagem, 18% em manutenção de estoques e 7% em administração.
Segundo Ibrahim, em geral para uma empresa privada, os custos logísticos situam-se entre 19 e 22% das vendas líquidas. Cerca de 1/3 dos suprimentos de alimentos perecíveis são perdidos durante a sua distribuição, devido a própria manipulação, armazenagem e deterioração e os fretes consomem de 1/3 a 2/3 dos custos logísticos totais.
Após o intervalo do almoço foram apresentados Cases de Logística com o Adm. João Batista Nascimento Filho, que atua a 27 anos com logística e comércio internacional, com larga experiência em logística empresarial, comércio internacional e seguros de transporte. João contou o caso de Gerenciamento de Riscos desenvolvido pela Exxon Valdez. Em seguida falou sobre a importância do gerenciamento de riscos na busca pela qualidade, finalizando sua apresentação mostrando casos que revelam a necessidade de monitoramento e rastreamento dos transportes.
Par encerrar o Seminário, o Prof. Adm. Vaner José do Prado, Gerente Comercial da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e Professor e Coordenador de Pós-Graduação e Extensão da Faculdade Castro Alves, apresentou o “O Caso dos Correios – A Problemática da Distribuição”.
Vaner iniciou sua apresentação fazendo um breve resumo histórico sobre o mercado de correspondências no mundo e no Brasil। Em seguida falou da Infra-Estrutura Logística dos Correios, mostrando as fases de captação, tratamento, encaminhamento, tratamento e distribuição das correspondências, mostrando também os novos desafios da distribuição, tais como aumentar a flexibilidade e a simplicidade; criar operações de distribuição mais flexíveis e confiáveis; atender a operação de mercados variáveis e reduzir “lead time” e tamanho dos lotes.
O Conselho Regional de Administração da Bahia (CRA-BA), com o apoio do Sindicato dos Administradores do Estado da Bahia (SINDAEB) e da Federação Nacional dos Administradores (FENAD) realizou no dia 31 de maio de 2010, das 8:00 às 17:00h, no 3º Andar da Casa do Comércio, nesta Capital, o I seminário de Logística.
O evento reuniu cerca de 200 participantes, dentre Administradores, Tecnólogos das Áreas de Gestão e estudantes de administração e de logística, tendo como objetivos discutir a gestão de transporte, movimentação de materiais, armazenagem, processamento de pedidos e gerenciamento de informações, bem como aproximar o CRA-BA, aos Administradores e Tecnólogos, às Instituições de Ensino Superior e aos Dirigentes das Organizações Públicas e Privadas situadas no nosso Estado.
O Seminário teve início com a conferência “O Mundo dos Negócios”, proferida pelo Prof. Omar Aktouf, renomado conferências e consultor organizacional em caráter internacional. Aktouf fez uma análise da evolução do capitalismo, da globalização, da crise mundial e dos países emergentes sobre tudo China, propondo a busca do equilíbrio entre capital, trabalho e natureza, como solução para um desenvolvimento justo e sustentável.
Em seguida foi realizada a palestra “Métodos Quantitativos Aplicados à Logística de Distribuição” com o Prof. Adm. Roberto Ibrahim Uehbe, Administrador e Engenheiro Civil; Pós-Graduado em Logística Integrada a Empresa. Ibrahim mostrou a importância de quantificar os custos envolvidos na logística dos negócios, uma vez que em um país emergente a distribuição física através dos diversos modais representam, em média, de 15 a 25% do PNB, sendo: 47% em transportes, 28% em armazenagem, 18% em manutenção de estoques e 7% em administração.
Segundo Ibrahim, em geral para uma empresa privada, os custos logísticos situam-se entre 19 e 22% das vendas líquidas. Cerca de 1/3 dos suprimentos de alimentos perecíveis são perdidos durante a sua distribuição, devido a própria manipulação, armazenagem e deterioração e os fretes consomem de 1/3 a 2/3 dos custos logísticos totais.
Após o intervalo do almoço foram apresentados Cases de Logística com o Adm. João Batista Nascimento Filho, que atua a 27 anos com logística e comércio internacional, com larga experiência em logística empresarial, comércio internacional e seguros de transporte. João contou o caso de Gerenciamento de Riscos desenvolvido pela Exxon Valdez. Em seguida falou sobre a importância do gerenciamento de riscos na busca pela qualidade, finalizando sua apresentação mostrando casos que revelam a necessidade de monitoramento e rastreamento dos transportes.
Par encerrar o Seminário, o Prof. Adm. Vaner José do Prado, Gerente Comercial da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e Professor e Coordenador de Pós-Graduação e Extensão da Faculdade Castro Alves, apresentou o “O Caso dos Correios – A Problemática da Distribuição”.
Vaner iniciou sua apresentação fazendo um breve resumo histórico sobre o mercado de correspondências no mundo e no Brasil। Em seguida falou da Infra-Estrutura Logística dos Correios, mostrando as fases de captação, tratamento, encaminhamento, tratamento e distribuição das correspondências, mostrando também os novos desafios da distribuição, tais como aumentar a flexibilidade e a simplicidade; criar operações de distribuição mais flexíveis e confiáveis; atender a operação de mercados variáveis e reduzir “lead time” e tamanho dos lotes.
Fonte: CRA/BA
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